1995

 

Em um belo dia, 05 de maio de 1995, nasceu uma linda bebê, magrinha e pequenina, que chegou ao mundo após 10 meses de gestação, porém estava inerte. Segundo minha mãe, que relatou essa emocionante história de nascimento, a enfermeira informou-lhe que eu havia nascido, mas não resistira.

Em meio ao desespero, minha mãe encontrou conforto na oração, chamando nossa senhora como minha madrinha (como ela mesma descreve). Pouco depois, outra enfermeira comunicou que eu estava viva, porém precisaria passar algum tempo na incubadora.

Passamos o tempo determinado e, em seguida, fomos para casa. Este era o lar da minha mãe, depois que ela foi expulsa de casa, e também onde moravam meu pai, meus avós (que são também meus padrinhos de batismo na igreja católica) e meus tios. Após algum tempo morando lá, meu avô, juntamente com eles, organizaram um novo lugar para residirem, e eu fiquei com meus avós.


Mais tarde, eles se mudaram para Valentina e tentaram me levar junto, mas minha mãe relata que eu chorava todos os dias pedindo para voltar para a casa da minha avó. Ela conta que cheguei a expressar que a odiava e, então, decidi morar permanentemente na casa da minha avó.

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